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domingo, 25 de julho de 2010

IGREJA POSITIVISTA DE BAGÉ

Em 1896, por iniciativa de Domingos Mascarenhas, filho, e um pequeno número de simpatizantes; foi criado em Bagé um “outro depósito de publicações da igreja positivista do Brasil”, que se desarticularam alguns anos depois[1]. Correspondência de Domingos Mascarenhas, filho, encontra-se no acervo da igreja positivista em Porto Alegre.

Genealogia 415: Família Mascarenhas (parte 1 de 2)

Primeira Geração

1. Domingos Pinto da França Mascarenhas[2] nasceu em Catas Altas, Mato de Dentro-MG. Ele faleceu em 28 de janeiro 1895, em Pelotas-RS. Era filho do sargento-mor Domingos Pinto Ferreira da França e Maria Teodora de Viveiros Proença. Domingos[3] casou-se com Cipriana Justina Barcelos, filha de comendador Cipriano Rodrigues Barcelos e Rita Bernarda da Silva, em 12 setembros 1835 em Pelotas-RS. Cipriana nasceu em 26 setembro 1813 em Pelotas-RS. Ela faleceu em 30 julho 1885 em Pelotas-RS. Eles tiveram os seguintes filhos

+ 2 F i. Cipriana Barcelos Mascarenhas.

+ 3 M ii. Domingos Pinto da França Mascarenhas Filho nasceu em 25 agosto 1836 e faleceu em 13 julho 1901.

+ 4 F iii. Rita da França Mascarenhas nasceu em 1838.

+ 5 M iv. Cipriano da França Mascarenhas[4] nasceu em 1845.

+ 6 F v. Maria Teodora Barcelos Mascarenhas nasceu em 1847.

+ 7 M vi. Luís de França Mascarenhas nasceu em 1849.

+ 8 F vii. Maria do Carmo Mascarenhas nasceu em 1851.

9 M viii. João Batista da França Mascarenhas nasceu em 1853 em Pelotas-RS. Ele faleceu em Rio de Janeiro-RJ.

João casou-se com Eulalie Bordagorry, filha de Cadet Laurent Bordagorry e Maria Dorothea Delabary, em Pelotas-RS.

+ 10 M ix. Benjamin Franklin da França Mascarenhas nasceu em 1855.

11 M x. Franklin Benjamin da França Mascarenhas. [5].

Mascarenhas, pai, fez parte no inventário COMENDADOR DOMINGOS FAUSTINO CORREA:

“O Doutor Thomáz Rodrigues Pereira e Domingos Pinto França Mascarenhas serão oneirados nas oito sortes de campo no Estado Oriental por mais sete anos, contando da finalização do prazo do arrendamento, pagando a meus herdeiros a renda anual de seiscentos mil reis por cada sorte”[6].


[1] LEAL, Elisabete; PEZAT, Paulo. “A capela positivista de porto alegre e seu acervo”. Anos 90; Porto Alegre, nº11, julho de 1999.http://www.seer.ufrgs.br/index.php/anos90/article/viewFile/6548/3900. LINS, Ivan. O positivismo no brasil. São Paulo: companhia editora nacional, 1967, pp. 175-203. Citado por: PEZAT, Paulo. “O positivismo na abordagem da recente historiografia gaúcha”. Anos 90; porto alegre, v. 13, nº23/24, p. 255-285, jan./dez. 2006.http://www.seer.ufrgs.br/index.php/anos90/article/viewFile/6404/3846.

[2] “Nos primeiros anos de funcionamento temos o registro de indivíduos que obtiveram esmolas para a Santa Casa, como Custódio G. Belchior (1849) e Domingos Pinto da França Mascarenhas (1860) ambos por haverem esmolado na Costa de Pelotas”. Cláudia Tomaschewski. Caridade e filantropia na distribuição da assistência: a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Pelotas - RS (1847-1922). Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do título de mestre junto ao Programa de Pós-Graduação em História das Sociedades Ibéricas e Americanas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Orientador: Prof. Dr. Charles Monteiro. Porto Alegre, 2007, p.92.

[3] Ao que parece, domingos pinto de França Mascarenhas, pai, em 1853, era delegado em Pelotas.http://bdtd.unisinos.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=407 .

[4] INTENDENTES E PREFEITOS. Proclamado o regime republicano em 15 de novembro de 1889, quatro dias depois os representantes da Câmara Municipal [de Pelotas] declaravam vagos os seus lugares, a fim de que a República escolhesse novos governantes. Em 25 de novembro o presidente do Estado, Visconde de Pelotas, nomeou uma Junta Administrativa, cujo mandato se prolongou até 06 de setembro de 1891. Era composta por Francisco Nunes de Souza (presidente), Gervásio Alves Pereira e António Soares da Silva. Em 05 de junho de 1890, a Junta foi acrescida de dois novos integrantes, Henrique Martins Chaves e Pedro Luís da Rocha Osório. Em 23 de julho de 1890, assumiu António Soares da Silva como presidente, Francisco Nunes de Souza foi substituído por Cipriano da França Mascarenhas e incluiu-se, na composição do colegiado, Alberto Roberto Rosa. Em 1891, Cipriano Mascarenhas foi substituído por Felicíssimo Manuel Amarante; Pedro da Rocha Osório, por Ildefonso Menandro Corrêa.http://www.vivaocharque.com.br/ocharque/informacoes.htm. Ao retornar a seu país de origem, em 1870, Hilário Soares de Gouvêa passou a se dedicar à clínica na área de oftalmologia e de otorrinolaringologia. Realizou consultas e operações em seu consultório particular, denominado Consultório Oculistico do Dr.Hilário de Gouvêa, que funcionava todos os dias das onze horas da manhã às duas da tarde, na rua dos Ourives nº 151. O anúncio de seu consultório, divulgado no Almanak Laemmert (1875), sinalizava também a realização de um curso público de moléstias de olhos no seu Instituto Oftalmológico. Este instituto funcionava na Casa de Saúde de Nossa Senhora da Ajuda, de propriedade de Manoel Joaquim Fernandes Eiras, na Rua da Ajuda nº 66 e 68 e na Rua de Olinda (em Botafogo). Atuou também em diversas casas de saúdes do Rio de Janeiro, tendo residido temporariamente na Casa de Saúde do Senhor Bom Jesus do Calvário, dirigida por João Baptista dos Santos (Barão de Ibituruna),instalada em 6 de janeiro de 1869 na rua São Pedro nº 125. Nesta casa de saúde, Hilário Soares de Gouvêa era o responsável pelo serviço médico cirúrgico, ao lado do proprietário e de João Pedro de Miranda, Sebastião José Saldanha da Gama, João Carlos Mayrink, Francisco Lopes de Oliveira Araújo, Cypriano da França Mascarenhas, Jacintho de Freitas Rodrigues Braga e Henrique da Rocha Lima. Na data de criação desta casa de saúde, embora Hilário Soares de Gouvêa ainda se encontrasse na Europa, seu nome já constava como integrante do quadro médico desta instituição. Neste período foi substituído por Manoel Pereira da Silva Continentino, que ingressou em 1872, prestando serviços oftalmológicos. Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930).Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – (http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br). GOUVÊA, HILÁRIO SOARES DE. Rodrigo Borges Monteiro, Maria Rachel Fróes da Fonseca.http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/iah/P/verbetes/gouhilso.htm.

[5] FELIZARDO, Jorge Godofredo & XAVIER, Paulo, Luiz de Figueiredo Leitão e sua descendência., Revista do Museu Júlio de Castilhos e Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, v2, n3, p. 5-22-258, 1953.Arquivo Pessoal de Leandro Ramos Betemps, 1 julho 2006.http://mitoblogos.blogspot.com/2009/06/genealogia-415-familia-mascarenhas.html .

[6] VIRGILINA E.GULARTE S.FIDELIS DE PALMA. O PROCESSO DE INVENTÁRIO DO COMENDADOR DOMINGOS FAUSTINO CORREA - COMENDADOR DOMINGOS FAUSTINO CORREA'S PROCESS. O Comendador, no leito de morte, mandou redigir seu testamento em 11 de junho de 1873, vindo há falecer 18 dias após. O inventário deu entrada em Juízo em 27 de junho de 1874.http://www.tj.rs.gov.br/institu/memorial/o_processo.doc.

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